F1: Alpine fala em resultado “decepcionante e frustrante” no GP de Singapura

A Alpine saiu totalmente insatisfeita com o resultado do GP de Singapura neste domingo (11). Na prova da Fórmula 1 em Marina Bay, Pierre Gasly e Franco Colapinto terminaram zerados em pontos.

O francês apostou na estratégia de apenas uma parada e chegou a avançar no pelotão após largar em 17º, mas cruzou a linha de chegada em 11º, o que o frustrou. ​​“O resultado de hoje é decepcionante; mais uma vez, não foi uma boa corrida para nós. Tive uma largada difícil, faltou potência na saída e, na sequência, Liam [Lawson] e Nico [Hülkenberg] conseguiram me ultrapassar e se manter à frente. Em circuitos que exigem muito do eixo traseiro, como este, fica claro que temos dificuldades com a tração, e isso está se tornando uma limitação real para nós.”

“Simplesmente ficamos sem pneus traseiros e não conseguimos acompanhar nossos concorrentes; com isso, perdemos posições e terminamos fora da zona de pontuação. Precisamos realmente dedicar tempo para entender a fundo esse problema e tentar resolvê-lo rapidamente. Como equipe, temos motivos para estar frustrados após esta sequência de três corridas. Participei do Q3 três vezes — quatro, se incluirmos a Classificação para a Sprint deste fim de semana — e não somamos nenhum ponto. Parece que temos dificuldades em ritmo de corrida, e precisaremos mudar essa tendência se quisermos brigar com os rivais que estão à nossa frente. Considerando nosso desempenho em volta única, estou confiante para a próxima sequência de três corridas, desde que consigamos resolver algumas questões e continuar evoluindo o carro”, continuou.

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Franco Colapinto (ARG) Alpine F1 Team A526.
Foto: XPB Images

Já o argentino sequer cruzou a linha de chegada após ter um problema com seu carro apagando e parando no meio da pista. “Foi frustrante não terminar a corrida novamente hoje, devido a um problema suspeito na transmissão do carro. Mas são coisas que acontecem nas corridas; a confiabilidade tem sido um dos nossos pontos fortes este ano, e sei que a equipe vai analisar a causa e buscar soluções. Fiz uma boa largada e ultrapassei alguns carros; depois disso, ficamos apenas acompanhando o carro da frente, já que é difícil ultrapassar aqui”, falou.

“Justo quando pensávamos em fazer um pit stop e definir nossa próxima estratégia, senti um problema e ficou claro que precisávamos parar o carro. De modo geral, foram fins de semana difíceis e saímos sem pontuar. Sabemos que perdemos terreno no campeonato, o que torna nossa tarefa mais árdua, mas, com o ritmo que temos no carro, continuamos esperançosos de poder competir e lutar por pontos nas corridas restantes. A próxima sequência de três corridas é a parte do ano que mais aguardo, pois corremos nas Américas — mais perto de casa — e consigo sentir realmente a energia dos torcedores. Continuaremos nos esforçando e não desistiremos do nosso objetivo como equipe”, completou.