F1: Alpine aponta dificuldade de ultrapassar na Hungria, mas diz que “vamos dar o máximo”

A Alpine terminou a classificação deste sábado (25) no GP da Hungria de Fórmula 1 conformada. Enquanto Pierre Gasly reconheceu que teve desempenho melhor do que o esperado, Franco Colapinto apontou como a sétima fila era o máximo possível.

O francês da equipe ficou próximo de avançar para o Q3, ficando próximo da décima posição e vai largar em Hungaroring  da 12ª colocação, na sexta fila do grid. “Se considerarmos onde começamos o fim de semana e o ritmo relativo em comparação aos outros, é preciso dizer que ficar a dois décimos do top 10 e superar uma Audi é, provavelmente, melhor do que esperávamos antes da sessão”, falou.

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“Conseguimos esse tempo usando apenas um jogo de pneus macios, então, de certa forma, podemos ficar satisfeitos com a nossa evolução desde ontem. Por outro lado, estou enfrentando muitas dificuldades e a sensação ao pilotar o carro não é boa. Simplesmente nos falta ritmo no momento e estamos muito atrás da ponta do pelotão intermediário, que é onde precisamos chegar. Aqui, especificamente em uma volta rápida, não consigo pilotar como gosto; o equilíbrio não está ideal e o carro sai muito de traseira, o que custa tempo de volta e também sobrecarrega os pneus”, seguiu.

“A previsão é de que o vento aumente amanhã, o que pode tornar as coisas interessantes, e guardamos um jogo novo de pneus duros para a corrida. Dada a velocidade dos nossos concorrentes diretos, teremos que fazer uma boa largada e tentar algo diferente para superá-los ao longo da corrida. Ultrapassar aqui pode ser bem difícil, mas vamos dar o nosso máximo e ver onde terminaremos”, completou.

Franco Colapinto (ARG) Alpine F1 Team A526.
Foto: XPB Images

Enquanto isso, o argentino vai sair logo atrás, em 13º, e reconheceu que extraiu o máximo do carro e a Alpine não conseguiria muito mais. “Hoje eu ainda estava correndo atrás do prejuízo por conta do que aconteceu ontem e do tempo de pista perdido, mas, no fim das contas, o 13º lugar é onde estamos neste fim de semana. Tínhamos muito trabalho na segunda sessão, que teve vento e um carro difícil de guiar, e acabei fazendo apenas três ou quatro voltas rápidas, já que saí da pista na última curva”, disse.

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“Então, hoje tivemos que recuperar o tempo perdido; a sensação foi a de um fim de semana de sprint, e acho que tivemos um bom desempenho ao tentar melhorar o carro. Estávamos navegando um pouco no desconhecido, mas fizemos um bom trabalho como equipe. Na minha última volta, perdemos um pouco de aderência no trecho inicial, mas recuperamos nos setores dois e três. É uma pena, mas acho que é onde deveríamos estar com o carro que temos”, seguiu.

“Aguardamos as atualizações planejadas e esperamos que elas representem um grande salto de performance, já que estamos um pouco em desvantagem neste fim de semana. Tomara que amanhã consigamos alcançar nossos rivais e brigar por pontos, assim como fizemos na última etapa, em Spa. É uma pista difícil para ultrapassagens, mas normalmente temos um ritmo melhor na corrida; por isso, vamos tentar fazer o nosso melhor e conquistar um bom resultado para a equipe antes da pausa de verão”, concluiu.