A Alpine terminou a sexta-feira do GP da Espanha de Fórmula 1 no novo circuito de Madri, com Pierre Gasly em 11º e Franco Colapinto em 15º no TL2. A equipe acredita que ainda há desempenho a extrair do carro antes da sessão de classificação no sábado.
Gasly havia sido 14º no TL1, enquanto Colapinto terminou a primeira sessão em 13º. O francês avaliou positivamente o traçado, mas reconheceu que a Alpine precisa evoluir para ter condições de disputar posições entre os dez primeiros.
“Sempre é um bom desafio chegar a um circuito novo e ser rápido na primeira vez. Preciso dizer que realmente gostei da pista. É muito emocionante, é de alta velocidade e proporciona uma verdadeira descarga de adrenalina volta após volta”, afirmou Gasly. Segundo ele, a proximidade dos muros exige precisão e comprometimento durante toda a volta.

Colapinto também destacou a velocidade do Madring e explicou que a preparação no simulador ajudou na adaptação ao traçado: “É certamente uma pista interessante, muito rápida em toda a sua extensão e definitivamente uma daquelas em que tudo precisa funcionar”, avaliou o argentino, que destacou o trabalho com trechos de pouco e muito combustível no TL2 para reunir dados para o restante do final de semana.
Steve Nielsen, por sua vez, afirmou que a equipe concentrou o primeiro dia no aprendizado e na adaptação ao novo circuito. O diretor da equipe destacou, que apesar da preparação no simulador, diferenças como ondulações e comportamento do carro precisam ser compreendidas na pista, enquanto os dados apontaram limitações semelhantes nos dois carros em dirigibilidade, comportamento sobre as ondulações e tração. Nielsen acrescentou que o traçado não favorece as características do pacote da Alpine como ocorreu em Monza, deixando a análise dos dados e os ajustes no carro como prioridades para o sábado.
