Empregos na Williams garantidos com a aquisição pela Dorilton, diz Roberts

O chefe da equipe Williams, Simon Roberts, está esperançoso de que as novas regras financeiras estabelecidas pela Fórmula 1, juntamente com a aquisição da equipe no ano passado, tenham garantido empregos.

Em face da pandemia da Covid-19, em 2020 o mundo foi fortemente atingido por crises financeiras, e a F1 não ficou imune à tais dificuldades, impostas por não realizar corridas até julho e com a grande maioria dos eventos acontecendo sem espectadores.

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A Williams viu o elemento familiar da equipe ficar de lado após o GP da Itália na temporada passada, quando a empresa de investimentos americana Dorilton Capital entrou em cena.

Questionado se houve um aumento da moral na equipe com o conhecimento que os empregos seriam salvos, Roberts disse ao GPFans Global: “Sim. Estou muito consciente e muitos membros da equipe de gestão estão.”

“Somos uma equipe de corrida, somos uma marca icônica, mas empregamos 670 pessoas e todos eles dependem de nós para pagar a hipoteca, colocar comida na mesa e todo esse tipo de coisas, e eu não considero isso levianamente. Ajuda muito, mas, por outro lado, a F1 está mudando. Agora estamos financeiramente seguros, podemos investir nas coisas certas, podemos ter certeza de que temos pessoas para fazer as coisas que precisamos fazer, mas isso vai mudar com o tempo. Coisas que costumávamos fazer dois anos atrás, talvez mudem para algo diferente em três anos.”

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Com três rodadas triplas novamente este ano, Roberts está ciente de que a equipe terá que encontrar maneiras de lidar com o peso do calendário.

“Não quero parecer ameaçador, mas vamos ter que encontrar maneiras de ser mais adaptáveis, mais flexíveis para suportar 23 corridas”, disse ele. “Não é sustentável se pensarmos cegamente que podemos apenas esperar que todos vão para o teste de pré-temporada e depois para os eventos até dezembro.”

“No ano passado, aprendemos muito com o apoio fantástico de todos na fábrica, atraindo pessoas para ajudar nas corridas. O espírito em torno disso foi absolutamente tremendo. Eu não pude acreditar. Foi muito, muito positivo.”

“Esse é o futuro da F1. Ninguém sabe o que mais vai mudar. Sabemos que as regras estão mudando, sabemos que a tecnologia vai mudar.”

“Só precisamos ter certeza de que somos flexíveis, ágeis e competitivos, mas, felizmente, com um alto grau de segurança para todos que trabalham para nós”, concluiu.

 

 

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