O chefe da equipe Mercedes, Toto Wolff, rejeitou as sugestões de que Charles Leclerc possa ter batido de forma proposital no final da qualificação do Grande Prêmio de Mônaco, para garantir sua pole position.
Leclerc estava na pole ao colidir na barreira interna na segunda parte do complexo de piscinas, danificando bastante seu carro.
O acidente trouxe a bandeira vermelha e impediu Max Verstappen, Carlos Sainz e Valtteri Bottas, de tentar disputar a pole.
Em 2006, Michael Schumacher ficou famoso por ‘estacionar’ na La Rascasse em uma tentativa de manter a pole position, enquanto o erro de Nico Rosberg na Mirabeau, impediu Lewis Hamilton de chegar na pole em 2014.
“Acho que, como todos os incidentes que vimos no passado em Mônaco, apenas o piloto saberá o que exatamente aconteceu”, disse Wolff.
“Nesse caso, duvido que Charles fizesse isso de propósito, o que poderia causar ainda mais danos ao carro e à caixa de câmbio”, acrescentou.
Se Leclerc escapar de uma troca de caixa de câmbio e da penalidade subsequente, será a primeira pole position da Ferrari desde o Grande Prêmio do México de 2019.
Também será a primeira vez que um piloto Monegasco, larga da pole na frente dos fãs em casa, desde Louis Chiron em 1936.
“É certamente uma boa história que Charles esteja na pole em Mônaco”, acrescentou Wolff. “De qualquer forma, eu não acho que Charles bateu intencionalmente na barreira, porque há muito em jogo”, completou.
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