O WRC chega neste final de semana na Grécia, onde realiza o Rally da Acrópole, prova que inicia a segunda metade da temporada de 2026. Após conquistar os quatro primeiros lugares no Rally do Japão, há três semanas, a TOYOTA GAZOO Racing-World Rally Team lidera o Mundial de Construtores com 127 pontos de vantagem, enquanto o top-5 entre os pilotos é formado por competidores da fabricante.

Após vencer no Japão, Elfyn Evans tem uma vantagem de 20 pontos sobre Takamoto Katsuta. Oliver Solberg e Sami Pajari, estão em terceiro e quarto lugares, a 49 e 55 pontos, respectivamente, do líder. O atual campeão Sébastien Ogier, que já venceu o Rally da Acrópole em 2011, está 61 pontos do líder, ocupando a quinta posição, mesmo sem disputar todas as etapas.
Depois de conquistar seu primeiro pódio no WRC2 em casa, no Japão, o piloto do TGR WRC Challenge Program, Yuki Yamamoto, continua sua temporada na Grécia, onde pilotará um dos 11 carros GR Yaris Rally2 inscritos na prova. Ele se junta aos habituais participantes da categoria: Roope Korhonen, Alejandro Cachón, Gus Greensmith, Diego Domínguez, Bernhard ten Brinke e Adrien Mosca.
Andrea Lafarja e Johannes Keferböck disputam entre os competidores do WRC Masters Cup. O paraguaio Alejandro Galanti faz sua primeira aparição na WRC2 nesta temporada, enquanto o argentino Luis Arceluz também participa de uma prova do WRC pela primeira vez.
“Tivemos uma temporada bastante forte até agora, mas a segunda metade do ano também será exigente, com tantos ralis de cascalho pela frente, cada um com seus próprios desafios. O Rally da Acrópole sempre foi uma das provas mais difíceis do WRC. Era assim na minha época, quando eu pilotava, e continua sendo assim hoje, mesmo que agora seja disputado em velocidades muito mais altas”, diz Juha Kankkunen, chefe da TOYOYA GAZOO Racing no WRC.
“Continua sendo um rali em que tudo pode acontecer e onde vale a pena estar ligado em tudo. Voltando ao cascalho, espero que a disputa seja bem mais acirrada, como vimos em Portugal. Será um rali difícil, especialmente com nossos cinco carros na frente da ordem de largada, mas nossa equipe é forte e nossos pilotos também”, completa Kankkunen.
O Rally da Acrópole é famoso por suas etapas em áreas montanhosas e rochosas, e pelas altas temperaturas, que, combinadas, representam um teste difícil para carros, pneus e equipes. Este ano, o parque de serviço retorna ao resort litorâneo de Loutraki, localizado próximo ao Canal de Corinto. Situada a cerca de 80 quilômetros a oeste da capital Atenas, a cidade serviu pela última vez como base para uma etapa do WRC em 2013.
Uma nova etapa superespecial na região de Ellinikon, em Atenas, dá início ao rali na noite de quinta-feira, antes que os carros sejam transportados por mar através do Golfo de Corinto até Itea para iniciar a etapa de sexta-feira. Esta é a mais longa do rali, com 129,22 quilômetros cronometrados, e conta com um total de seis etapas que percorrem estradas conhecidas pelo centro da Grécia, com um serviço de manutenção remoto ao meio-dia em Livadia.
O sábado se desenrola na península do Peloponeso, a oeste de Loutraki; das quatro etapas — duas totalmente novas e duas disputadas pela última vez em 2013 —, duas serão repetidas após o serviço de manutenção da tarde em Loutraki. O rali termina no domingo com duas passagens por duas etapas revisadas nas colinas acima de Loutraki.
