Wolff se diz pronto para luta pelo título da F1 como foi com Senna e Prost

O chefe da equipe Mercedes, Toto Wolff, se declarou pronto para uma rivalidade pelo título da F1 igual à de Ayrton Senna e Alain Prost, após a colisão entre Lewis Hamilton e Max Verstappen em Silverstone.

Senna e Prost é a rivalidade da F1, considerada por muitos como a mais feroz da história do esporte.

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Enquanto companheiros de equipe na McLaren, a dupla se chocou em um incidente decisivo para o campeonato em Suzuka em 1989, provocando a transferência de Prost para a Ferrari, ocorrendo um novo confronto decisivo para o título, na mesma pista um ano depois.

Depois do acidente de Hamilton com Verstappen no GP da Inglaterra ontem, Wolff disse que espera uma disputa semelhante: “Sim. Estou pronto. Vamos nessa.”

“Este campeonato sempre foi muito intenso porque estamos lutando com tudo o que temos para o segurar (Verstappen), sabendo que não estamos tendo um desempenho tão bom como a Red Bull e a Honda.”

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Apesar de ter sido punido com uma penalidade de 10 segundos pelos comissários pelo acidente, Hamilton conquistou sua oitava vitória no GP em sua casa.

Isso fez com que o chefe da equipe Red Bull, Christian Horner, classificasse Hamilton de “desesperado e perigoso”.

Wolff, porém, se recusou a morder a isca. “Todo mundo tem uma opinião e está tudo bem”, acrescentou Wolff. “É claro que todo mundo, cada equipe, terá uma certa inclinação para acidentes como esse.”

Horner entrou no rádio logo após o acidente e deixou claro para o diretor de corridas da FIA, Michael Masi, o que achava do acidente, acreditando que seria necessária uma grande penalidade.

Em resposta, Wolff disse ter enviado um e-mail a Masi, destacando os regulamentos.

Masi declarou-se ocupado demais para abri-lo e pediu a Wolff que, em vez disso, deixasse claro suas opiniões para os comissários.

Sobre sua ida aos comissários, e fazendo uma referência clara aos comentários de Horner no rádio para Masi, Wolff disse: “Me disseram que havia um discurso no rádio sobre toda a ‘maldade no mundo’, então subi e dei minha opinião.”

“Eu acho que foi justo o suficiente. Já estive com os comissários muitas vezes em minha vida”, acrescentou.

 

 

 

 

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