Toto Wolff prometeu transformar sua raiva sobre a recente performance da Mercedes em um aspecto positivo, enquanto tenta emergir do que acredita ser o momento mais difícil em sua função de chefe da equipe.
As duas últimas corridas de rua em Mônaco e Azerbaijão, resultaram na pontuação mais baixa da Mercedes em GPs consecutivos desde o final de 2012, antes da chegada de Lewis Hamilton.
Depois de marcar apenas sete pontos em Mônaco, Baku viu a Mercedes não marcar nenhum ponto.
Questionado diretamente se as últimas semanas foram as mais difíceis com a Mercedes, Wolff respondeu: “Sim, foram as mais difíceis.”
Ele acrescentou: “Em Mônaco e Baku não tínhamos um carro competitivo, ponto final. Temos problemas subjacentes, não estamos colocando o carro em uma boa janela por causa dos pneus.”
“Conhecemos o problema e sabemos que temos lacunas que simplesmente temos de ultrapassar, mas não tenho dúvidas de que esta equipe, que é tão forte, vai transformar essa raiva numa forma positiva e se recuperar”, disse ele.
O fracasso da Mercedes em marcar pontos em Baku deveu-se a Hamilton acidentalmente acionar um botão no volante, que resultou no desequilíbrio de seus freios na relargada, após a batida de Max Verstappen.
Talvez mais alarmante tenha sido a falta de ritmo de Valtteri Bottas que o deixou apenas em um fraco 12º lugar, mesmo com os problemas de Hamilton e Verstappen.
“É doloroso”, acrescentou Wolff. “Pode-se dizer que iríamos vencer, tivemos a mão quase perto do troféu. A emoção da frustração é muito opressora no momento.”
“Temos duas semanas e há tempo para trabalhar nisso. O campeonato é longo e está aberto. É muito cedo, então vamos garantir que a frustração vá e a satisfação venha”, acrescentou.
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