O chefe da equipe Mercedes, Toto Wolff, afirmou que ‘o quadro ainda não está muito claro’, em relação às permissões para a entrada do Grupo VW na F1.
Já foi confirmado que Audi e Porsche têm planos para uma possível entrada na categoria, com a primeira sendo cogitada em parcerias com McLaren ou Sauber, e a segunda com a Red Bull.
A equipe de Milton Keynes entrará na era da nova unidade de potência da F1 a partir de 2026 como fabricante independente, com a experiência da Porsche dando um impulso vital à operação da Red Bull Powertrains.
O chefe da equipe, Christian Horner, sugeriu que as negociações precisam ser feitas sobre o aumento do CapEx (despesas de capital) do valor atual de US$ 15 milhões, para que haja igualdade de condições em comparação com seus concorrentes.
CapEx são fundos usados por empresas para adquirir ou atualizar equipamentos e edifícios, o que, neste caso, permitiria que a operação da Red Bull alcançasse rapidamente seus rivais em termos de infraestrutura.
Questionado sobre seus pensamentos, uma vez que a Red Bull se qualificaria tecnicamente para o subsídio de CapEx como recém-chegado, Wolff afirmou: “Bem, acho que ainda não está claro quem realmente entra como fornecedor de unidades de potência, e quem se declara como recém-chegado.”
“Pode ser que existam três empresas do mesmo grupo que estão entrando como recém-chegadas, então o quadro ainda não está muito claro. Se US$ 15 milhões em CapEx são suficientes ou não, há tópicos muito maiores sobre os quais precisamos concordar e sobre os quais ainda não concordamos”, acrescentou.
Spotify
Google Play Music
Deezer
iTunes
Amazon
