O chefe da equipe Haas, Guenther Steiner, disse que as penalidades de grid para os rivais, estão ajudando seus pilotos novatos a aprenderem a lutar por posições no início das corridas da Fórmula 1.
A Haas passou a maior parte da temporada de 2021 na retaguarda do grid, depois de optar por não desenvolver seu carro, devido ao foco nos novos regulamentos técnicos para 2022.
Nikita Mazepin ainda não conseguiu sair do Q1, enquanto Mick Schumacher só conseguiu passar por mérito uma vez, na Turquia.
Mas as penalidades de motor para os concorrentes nas últimas etapas, elevaram os pilotos da Haas para melhores posições no grid de largada.
Schumacher e Mazepin largaram em 14º e 15º respectivamente na Rússia, tendo se qualificado em 17º e 19º. Nos Estados Unidos, a dupla alinhou em 16º e 17º, marcando um ganho de três posições em relação ao resultado do Q1.
“É muito bom para os nossos pilotos que isso esteja acontecendo no momento, então eles nem sempre começam em último e penúltimo, ou, na melhor das hipóteses, em P17 e P18”, disse Steiner.
“Ainda esperamos que, em algum momento, com todos tendo que trocar de motor, acabaremos na pole position, mas acho que estamos ficando sem tempo para este ano!”, disse ele rindo.
“Largar dessas posições mais à frente, os treina para o próximo ano, quando esperamos largar dessas posições pelos nossos próprios meios, com um carro de melhor desempenho.”
“É uma grande oportunidade para eles aprenderem e assimilarem, pois cada vez que fazem uma dessas largadas, eles aprendem muito sobre como devem se comportar e como tirar o melhor proveito disso”, acrescentou.
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