Sainz quer respostas da FIA sobre acidente em Miami

Carlos Sainz disse que seu acidente nos treinos em Miami, o deixou com um ‘nó’ em seu pescoço, e que ele está treinando para melhorar antes do GP da Espanha.

O piloto da Ferrari bateu ao se aproximar da apertada chicane das curvas 14-15 no segundo treino, atingindo uma barreira sólida e causando grandes danos ao seu carro. No dia seguinte, Esteban Ocon sofreu uma batida quase idêntica, colidindo com a barreira e gerando um impacto de 51G, que o tirou da qualificação naquela tarde. Ambos os pilotos disseram depois, que não estavam 100% em boas condições físicas durante o GP de Miami.

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Falando antes de seu GP em casa na Espanha, Sainz afirmou que estava treinando o pescoço para o fim de semana de corrida, depois de sofrer os efeitos físicos de seu acidente.

“Na semana passada, estive treinando em casa”, disse Sainz. “Estou tentando me recuperar do leve ‘nó’ que tenho no pescoço, causado pelo acidente em Miami. Eu me sinto recuperado, mas você nunca sabe até entrar em um carro de Fórmula 1. Espero que fique bem. Eu tenho treinado para isso”, disse ele.

Apesar de seu acidente na sexta-feira, nenhuma mudança foi feita nas barreiras naquela curva, e o impacto de Ocon no sábado foi comparável ao de Sainz. O piloto da Ferrari disse que expressou seu desconforto à FIA, sobre a falta de uma barreira TecPro de absorção de impacto, após seu acidente e esperava que eles agissem depois de ouvir suas preocupações. “Acho que ficou bem claro”, disse Sainz.

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“Eu falei bastante sobre isso na noite de sexta-feira. ‘Eu bati. Eu estava em uma velocidade muito baixa e machucou. Não deveria ter machucado em comparação com outros acidentes que tive na minha carreira. Vamos fazer algo nessa curva’,” acrescentou.

“A resposta foi: ‘Foi um acidente muito estranho. Não deve acontecer de novo’. Mas aconteceu. No que me diz respeito, havia TecPro disponível para ser colocado lá e isso não foi feito. Então, precisamos de uma explicação adequada para saber exatamente qual é o motivo de não colocar TecPro lá, que teria protegido Esteban.”

“No final, saímos naquele fim de semana com dois pilotos com dores no pescoço e dois chassis quase destruídos, para uma batida muito lenta. Então, definitivamente, há algo para revisar ali”, finalizou.

 

 

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