Sainz comenta sobre como a experiência ajuda nas mudanças de equipe na F1

Carlos Sainz diz que a experiência adquirida com sua mudança da Renault para a McLaren, forneceu lições valiosas para a realização do trabalho que ele precisou fazer quando se mudou para a Ferrari no início de 2021.

Sainz ingressou na Ferrari nesta temporada em um contrato de vários anos e conquistou seu primeiro pódio para a equipe em Mônaco.

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Atualmente ele é sétimo no campeonato, com 42 pontos, apenas 10 pontos atrás do companheiro de equipe, Charles Leclerc. A Ferrari é a quarta equipe de Sainz na Fórmula 1, desde sua entrada na categoria em 2015 pela Toro Rosso (atual AplhaTauri).

Ele se mudou para a Renault, efetivamente por empréstimo da Red Bull, nos últimos quatro eventos de 2017, onde permaneceu em 2018, antes de passar dois anos na McLaren.

Sainz citou esses movimentos de carreira anteriores, como vitais para entender o volume de trabalho necessário para se conectar com a Ferrari.

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“No início, quando mudei da Toro Rosso para a Renault, pensei ‘bem, esses dois carros são completamente diferentes, mas talvez este seja um caso único’,”, disse ele.

“Mas então mudar da Renault para a McLaren foi completamente diferente novamente e então da McLaren para a Ferrari foi mais uma vez, completamente diferente. Ficava um pouco mais aberto aos meus olhos como tudo é diferente dessas quatro equipes diferentes e quanto é preciso se adaptar nesse sentido.”

“Quando cheguei à Renault, naquela primeira corrida em Austin, estava no ritmo, de imediato. Mas eu senti que faltavam os últimos dois décimos. Faltavam os mapas de diferenças do motor, a frenagem, e estilo de pilotagem para extrair os últimos dois décimos. O mesmo se aplicou à McLaren e provavelmente o mesmo se aplica à Ferrari.”

“Todas as opções de configuração que você tem no carro, como usá-las, como explorá-las dependendo da pista, e que estou falando muito mais sobre a mecânica e aerodinâmica, você simplesmente não sabe o que vai se adequar a cada pista.”

“Você provavelmente precisa de anos de experiência com esse carro, para saber em qual direção vai dependendo do circuito.”

Sainz acrescentou que os carros de Fórmula 1 atuais são muito complexos e têm muitas coisas que você pode realmente fazer como piloto dentro do cockpit, aumentando a necessidade de entender as nuances de cada pacote.

“Você precisa investir tempo, dedicação a isso”, disse ele. “Mas, ao mesmo tempo, se você não tiver capacidade como piloto para se adaptar, é impossível.”

“Ainda estou tendo que mudar o estilo, a direção e ter aquela mente aberta, que provavelmente o que eu fiz na McLaren não vai funcionar na Ferrari, e preciso mudar algumas técnicas do meu lado na pilotagem e estou fazendo isso. E também há muitas coisas privadas sobre as quais não posso falar muito”, finalizou.

 

 

 

 

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