Russell comenta sobre sua nova função na GPDA

George Russell explicou sua motivação para se tornar um dos diretores da Grand Prix Drivers Association (GPDA) para 2021.

O piloto da Williams, agora entrando em sua terceira temporada na Fórmula 1, substituiu Romain Grosjean, que foi para a Indy, no conselho de diretores da GPDA. Ele se junta a Sebastian Vettel, da Aston Martin, e Alex Wurz, vencedor das 24 Horas de Le Mans, além da assessora jurídica do grupo, Anastasia Fowle.

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Desde 1961, a GPDA tem trabalhado como um sindicato para pilotos de nível top de monopostos, para representar seus interesses. A maior parte do trabalho do grupo foi na área de segurança e geralmente é liderado por pilotos mais experientes, como Vettel.

“Em primeiro lugar, eu queria assumir essa função porque acho que o que a GPDA fez ao longo de tantos anos foi ótimo para o esporte”, disse Russell.

“Sempre que tínhamos nossos briefings com todos os pilotos, o que em 2019 era muito comum, provavelmente uma vez a cada dois GPs, ficávamos todos depois do briefing e conversávamos sobre certas questões, ou maneiras que acreditamos podemos melhorar o esporte, segurança por exemplo, ou seja o que for. Obviamente, foi um pouco mais difícil em 2020 com os problemas logísticos da Covid-19.”

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“Mas eu sempre participei muito, sempre gostei de expor minha opinião, e acho que ter voz para os pilotos é algo de que tenho muito orgulho, para ser honesto. Estou ansioso por isso, e acho que tenho um relacionamento muito bom com muitos dos pilotos mais jovens.”

“Sebastian está quase representando a metade mais velha do grid, e estou potencialmente representando a metade mais jovem”, disse ele sorrindo.

Assim como Lewis Hamilton trabalhou em projetos fora do cockpit para construir um legado além de suas realizações como piloto, Russell, de 23 anos, deseja que seu trabalho com a GPDA contribua para um futuro “incrivelmente brilhante” para a F1 sob a Liberty Media.

“Estar à frente com Sebastian e Alex Wurz para levar adiante essas visões dos pilotos em direção à F1, à FIA, e se eu puder olhar para trás e dizer, ‘eu fiz parte disso’, será algo que terei muito orgulho”, acrescentou.

“A F1 está definitivamente aberta e eles realmente querem que estejamos ainda mais envolvidos. Então, o que o futuro pode reservar, não tenho muita certeza. Acho que potencialmente mais longe da F1, e mais com o automobilismo em geral seria fantástico, na verdade. Mas obviamente eu sou o novo garoto nesta função, então não posso dar muitas opiniões no momento. Apenas ouvir e aprender, e me firmar conforme o tempo passa”, completou.

 

 

 

 

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