A receita da Fórmula 1 dobrou para US$ 360 milhões no primeiro trimestre de 2022, em comparação com o mesmo período de 2021.
Os donos da categoria, Liberty Media, atribuíram o crescimento a dois eventos ocorridos no primeiro trimestre, janeiro a março, em comparação a 2021, combinados com o retorno dos fãs e do ‘clube do paddock’, após os eventos afetados pela pandemia no ano passado.
A receita geral da Fórmula 1 no trimestre correspondente, passou de uma perda de US$ 33 milhões para um lucro de US$ 34 milhões.
Em um comunicado a Liberty Media informou: “Ao longo de 2021 e particularmente na primeira metade da temporada, a presença de público nas corridas foi limitada devido à pandemia, e o ‘Paddock Club’ não funcionou na primeira metade do ano. A F1 não espera que seus resultados em 2022 sejam impactados por tais limitações de capacidade, embora a participação dos fãs continue sendo avaliada pelas autoridades governamentais relevantes corrida a corrida.”
A Fórmula 1 continua avaliando alternativas ao GP da Rússia cancelado, a fim de sustentar um cronograma de 23 corridas este ano.
Também, a receita primária da F1 cresceu de US$ 159 milhões para US$ 287 no primeiro trimestre de 2022 em relação ao primeiro trimestre de 2021, devido ao crescimento na promoção de corridas, direitos de mídia e patrocínio.
Os direitos de mídia também aumentaram devido ao crescimento na receita de assinatura da F1 TV, e taxas sob acordos contratuais novos e renovados.
“Tivemos um início fenomenal na temporada 2022 da Fórmula 1, aproveitando nosso impulso de um 2021 bem-sucedido”, disse Stefano Domenicali, CEO da F1.
“Os novos carros e regulamentos estão entregando como esperávamos, permitindo corridas mais próximas, mais ultrapassagens, muitas disputas na pista, e resultados emocionantes. Nossos eventos estão atraindo um público crescente, tanto pessoalmente quanto em todas as nossas plataformas”, concluiu.
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