A FIA confirmou que um problema no sistema de energia, estava por trás do atraso prolongado do início do GP de Mônaco de Fórmula 1.
Inicialmente a largada foi atrasada em nove minutos por razões de segurança, após uma forte chuva antes da corrida, com a FIA preocupada com o fato de que nenhum carro ter ido para a pista com chuva durante os treinos livres e a qualificação.
Algumas voltas foram feitas atrás do Safety Car, mas as condições pioraram e os procedimentos foram interrompidos. Mais de uma hora de atraso se seguiu, antes do início da corrida.
Em um comunicado divulgado ainda no domingo, a FIA afirmou: “O atraso na retomada da corrida após a forte chuva, foi devido a um problema de energia com os sistemas de largada (pórtico de largada, painéis de luz etc.)”.
Houve mais uma interrupção durante a corrida, depois que Mick Schumacher bateu forte na barreira de proteção, e teve seu Haas dividido em dois.
A FIA afirmou que o procedimento de implantação do VSC, SC e bandeira vermelha, em sucessão foi primeiro para neutralizar a corrida para que fosse segura, e em seguida, permitir que o carro de segurança fosse implantado no local correto no grid.
Depois do procedimento da segunda bandeira vermelha, o Controle de Corrida optou por reiniciar a corrida com uma largada em movimento, em vez de uma parada.
Isso foi principalmente por preocupações com os sistemas de largada não estarem funcionando corretamente, mas também levou em consideração que havia níveis de aderência inconsistentes no grid.
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