Os pilotos da Ferrari, Charles Leclerc e Carlos Sainz, questionaram a demora na entrada do safety car no Grande Prêmio do Azerbaijão depois do acidente de Max Verstappen, e também o comportamento de alguns pilotos.
Leclerc, em particular, foi crítico em relação a quanto tempo levou para o safety car ser acionado, já no rádio da equipe, e falou depois: “Fiquei surpreso por não haver um safety car antes, por isso levantei minhas preocupações no rádio, porque para mim estava claro que eu pararia de acelerar depois de um acidente como esse.”
“Estava no meio da reta, por isso foi bastante perigoso. Demorou mais do que eu esperava para a entrada do safety car, mas acho que todos os pilotos ficaram surpresos da mesma forma”, disse ele.
Sainz acrescentou que vai tratar do assunto no próximo briefing de pilotos. “Ora, demorou mais de trinta segundos, quase um minuto para a entrada do safety car e tivemos que passar por um acidente muito pesado, apenas em condições de bandeira amarela.”
Um dos grandes pontos de discussão durante o período da bandeira vermelha, foi a discussão entre a McLaren e o diretor de corridas da FIA, Michael Masi, sobre a indisciplina de Yuki Tsunoda sob as bandeiras amarelas duplas.
Masi respondeu dizendo que, aos seus olhos, todos os pilotos deveriam ser penalizados por transgressão, mas Leclerc e Sainz se distanciaram de qualquer culpa.
“A única coisa que posso dizer é que provavelmente perdi mais de um segundo para a pessoa da frente e para a pessoa que estava atrás, e quase fui ultrapassado por Yuki. Na verdade, eu diminuí a velocidade”, disse Leclerc.
Sainz também ‘apontou o dedo’ para um piloto da McLaren, dizendo: “Eu quase fui ultrapassado por Daaniel (Ricciardo) também, então acho que Charles e eu diminuímos a velocidade. Devemos ter sido os que mais diminuíram a velocidade e sim, basicamente um safety car virtual ou real teria ajudado mais, eu acho”, acrescentou.
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