Ministro Saudita: “F1 cria mudanças positivas”

Neste fim de semana, muitos pilotos e outros líderes questionaram se a F1 deveria continuar a correr na Arábia Saudita. Por causa dos direitos humanos no país, o ataque com mísseis durante a segunda sessão de treinos livres que aconteceu a poucos quilômetros da pista, e por ser um traçado perigoso.

Apesar das objeções, a F1 não parece estar planejando remover o GP de Jeddah do calendário. O motorsport.com afirma que haverá discussões sobre segurança dentro e fora do circuito. Como no ano passado, houve grandes batidas neste fim de semana, com Mick Schumacher tendo a maior delas.

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O príncipe Abdul Azir bin Turki Al-Fasal, ministro do esporte da Arábia Saudita, deixou claro que quer fazer todo o possível para que todos se sintam seguros. Al-Faisal está aberto para conversas e possíveis soluções. Ele quer dar às equipes e pilotos garantias de que precisam e está disposto a mostrar tudo às equipes.

O fato de a Arábia Saudita fazer parte do calendário da F1 é frequentemente defendido sob o argumento de que o esporte pode trazer mudanças positivas para o país árabe. Al-Faisal concorda com isso e revela que o país entrou em uma cooperação de longo prazo com a F1 por isso mesmo. O ministro quer que a Arábia Saudita cresça com a ajuda do esporte.

Ele concorda que ainda há espaço para melhorias no país. Ele ressalta que a Arábia Saudita é uma nação jovem [o país existe em sua forma atual desde 1932] e ainda tem muito a aprender. Segundo Al-Faisal, muita coisa já mudou nos últimos anos, inclusive na área de direitos humanos. Ele tem que admitir que algumas coisas simplesmente levam um pouco mais de tempo, mas o país quer avançar e tornar a Arábia Saudita um lugar melhor.