Mercedes F1 preocupada com falta de velocidade em Ímola e Portimão

A Mercedes manifestou preocupação com a falta de desempenho de alta velocidade, antes dos próximos GPs nos circuitos de Ímola e Portimão.

Mesmo com desempenho inferior ao da Red Bull no Bahrein, os atuais campeões ainda encontraram uma maneira de vencer por meio de uma estratégia de pneus inteligente e a pilotagem de Lewis Hamilton, principalmente nas últimas voltas da corrida.

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Os GPs da Emilia Romagna e de Portugal, representam um desafio muito diferente, com o diretor de engenharia de pista da equipe, Andrew Shovlin, já se preparando para uma luta difícil no que diz respeito à alta velocidade.

Avaliando as diferenças entre os circuitos, Shovlin disse: “O Bahrein é muito duro com os pneus traseiros e estava muito ventando muito. Tivemos ventos de 30-40 km/h, que é a extremidade superior do que você vê normalmente.”

“Certamente esperamos que não tenha sido uma das nossas melhores pistas, porque realmente passamos por um período muito difícil. Conseguimos o carro bastante decente no final, mas foi um trabalho extremamente difícil.”

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“Se você observar a Red Bull nos testes e nos treinos livres, verá que o carro deles funcionou muito bem. Esperançosamente, encontraremos circuitos que nos sirvam mais.”

“Mas olhando para Ímola e para Portimão, não acho que somos bons o suficiente na alta velocidade e há muito disso em ambos, e essa é uma área que eles têm uma vantagem sobre nós.”

Desde os testes de pré-temporada até a corrida no Bahrein, ficou claro que a Mercedes fez avanços no desempenho, ao provar que tem o segundo melhor carro do grid, depois da Red Bull.

“Qual é a nossa mentalidade?” questionou Shovlin. “Ainda não achamos que temos o melhor carro, mas não achamos que já temos tudo do pacote.”

“Quando você desenvolve um carro, há muitas áreas que você explora o desempenho e algumas que achamos que não entregaram tudo que deveriam.”

“Então, vamos trabalhar muito para trazer desempenho ao carro nas próximas corridas. Mas acho que vai ser difícil. Com esses circuitos, há elementos que acho que nos moverão na direção certa.”

“Tivemos dificuldades com a traseira no Bahrein. Esses circuitos são um pouco mais fáceis nesse aspecto, mas como eu disse, a alta velocidade é algo que não somos ingênuos em pensar que será um ponto forte nosso, nessas pistas”, finalizou.

 

 

 

 

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