O diretor de corridas da Fórmula 1, Michael Masi, teve mais um fim de semana difícil. Ele ficou sob fogo pesado por sua decisão de tirar apenas alguns dos carros atrasados entre Lewis Hamilton e Max Verstappen, e então permitir que a corrida continuasse para uma última volta, quando na verdade, ele deveria aguardar esses carros darem uma volta, se reposicionarem no final do grid, para só então autorizar a relargada, o que não aconteceu, e assim a vitória acabou indo para o holandês.
Hamilton acusou Masi em 2020 de colocar em risco a vida dos pilotos para criar mais ação na pista. A polêmica surgiu quando a corrida foi reiniciada depois que o safety car foi acionado no GP da Toscana.
Masi não quis saber das críticas da época. “Do ponto de vista da FIA, a segurança é primordial, ponto final. Fim da história”, disse ele naquele momento. “Na minha posição de diretor de corrida e delegado de segurança, é onde meu papel se encaixa como integridade e segurança esportiva.”
Agora, diante das novas acusações, principalmente da Mercedes, ele disse: “Qualquer um que diga que o show é mais importante que a segurança, é na verdade bastante ofensivo, mas eles podem criticar o quanto quiserem”, concluiu.
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