A oferta de Lewis Hamilton para investir no Chelsea Football Club, enfrenta concorrência de última hora do co-proprietário da Mercedes F1, Sir Jim Ratcliffe.
Em dezembro de 2020, Ratcliffe adquiriu uma participação de um terço na equipe por meio de sua empresa química INEOS, em um exercício de reestruturação em que o chefe da equipe, Toto Wolff, e a controladora da Mercedes, Daimler, se tornaram parceiros iguais.
Antes do GP da Emilia Romagna, no fim de semana passado, Hamilton foi confirmado como parte de um consórcio liderado pelo ex-presidente da British Airways, Sir Martin Broughton, que quer comprar o Chelsea, com a amiga e tenista Serena Williams também envolvida.
Embora seja um fã do Arsenal, Hamilton teria comprometido 10 milhões de libras em um acordo que ele descreveu como uma grande oportunidade de negócio.
A oferta rival de Ratcliffe é de 4,25 bilhões de libras, com um compromisso de 1,75 bilhão de libras a ser investido no clube em um período de dez anos.
Em um comunicado, a INEOS informou: “Esta é uma oferta britânica, para um clube britânico. Vamos investir em Stamford Bridge para torná-lo um estádio de categoria mundial, digno do Chelsea FC. Isso será orgânico e contínuo para que não nos afastemos da casa do Chelsea, e corramos o risco de perder o apoio de torcedores leais.”
“Continuaremos a investir na equipe para garantir que tenhamos um elenco de primeira classe dos maiores jogadores, treinadores e equipe de apoio do mundo, nos jogos masculino e feminino.”
“E esperamos continuar investindo na academia para oferecer oportunidades para jovens talentosos se tornarem jogadores de primeira classe”, encerra o comunicado.
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