Lewis Hamilton não pensa em um futuro na política, quando resolver deixar a F1. Nos últimos tempos, Hamilton tornou-se um defensor da igualdade e da diversidade, não apenas dentro da F1, mas também no mundo, o que lhe rendeu reconhecimento global, independente de seu status de sete vezes campeão de F1.
Mesmo assim, Hamilton, que deve permanecer na Mercedes por pelo menos mais um ano após esta temporada, deixou claro que não tem ambição de seguir uma carreira política no dia em que se aposentar do esporte
Questionado em uma entrevista ao Corriere della Sera se um futuro político era uma opção, Hamilton respondeu: “Não! Não sou bom em política.”
“Estou apenas tentando dar minha contribuição, encontrar uma maneira de passar mensagens, e garantir que meu sobrinho de cinco anos e os de sua geração, não vivam o que temos. Que eles encontrem um mundo mais aberto.”
Depois de experimentar o racismo ele próprio, Hamilton foi particularmente incisivo sobre a necessidade das pessoas, incluindo seus companheiros pilotos e funcionários das equipes, se educarem, fazerem barulho e ajudarem a promover mudanças para erradicar o problema.
O piloto de 36 anos deu como exemplo a guerra entre Israel e a Palestina como um tema sobre o qual se sente responsável, por pelo menos se educar e entender melhor o mundo ao seu redor.
“Muitos não falam porque não sabem o suficiente e eu os respeito”, acrescentou Hamilton. “Mas também não vejo por que eles não conseguem aprender. Vivemos tempos em que todos comentam tudo, às vezes sem nem tentar entender.”
“Eu estava lendo as reações sobre a guerra entre Israel e Palestina. A maioria são pessoas que nunca colocaram os pés nesses lugares ou que não leram nada. Há quem diga ‘Quem se importa?’ e aqueles que estão preocupados. Eu me sinto responsável”, acrescentou.
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