A Fórmula 1 vai criar um grupo de trabalho, que terá alguns pilotos participando, com o objetivo de avaliar a possibilidade de introduzir um controle financeiro mais rígido, incluindo um teto de salário para os pilotos.
Já há muito tempo a F1 busca reduzir custos e pela primeira vez nesta temporada os regulamentos financeiros estarão em vigor.
Um limite máximo de orçamento anual de US$ 145 milhões foi implementado, com uma redução nos US$ 175 milhões iniciais propostos no final de 2019, como resposta à pandemia de Covid-19.
Este valor será reduzido para US$ 140 milhões no próximo ano, e em seguida, US$ 135 milhões em 2023, a fim de ajudar algumas operações a se ajustar à escala e ao tamanho da mudança.
No entanto, existem várias isenções, principalmente custos relacionados com marketing, salários dos pilotos, bem como os salários das três gerências mais bem pagas.
As principais partes interessadas da F1 reuniram-se virtualmente na quinta-feira para discutir vários assuntos, aprovando um congelamento no desenvolvimento do motor a partir de 2022, dando luz verde para o Grande Prêmio de Portugal, e afirmando o apoio para as corridas de qualificação (corridas Sprint).
Uma proposta para a Pirelli ter 30 dias de testes de pneus de 18 polegadas, em vez de 25 dias, também foi ratificada enquanto os principais objetivos para a definição do tipo de motor para 2025 também foram delineados.
Alguma atenção também foi para o conceito de impor controle financeiro sobre os salários do pessoal-chave da categoria.
“Uma variedade de tópicos sobre o controle de custos e como este objetivo geral pode ser alcançado nos próximos anos, foram apresentados durante a reunião”, confirmou a Fórmula 1.
“Como parte disso, um grupo de trabalho será criado, incluindo os próprios pilotos, para discutir o tema dos contratos de gestão de pilotos e do pessoal sênior das equipes”, conclui o comunicado.
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