Nikita Mazepin afirmou que a falta de um simulador na Haas, torna as corridas do final de temporada mais difíceis para um novato na F1.
O russo e companheiro de equipe de Mick Schumacher, nunca correu em Austin, México ou Brasil antes, com a Fórmula 2 não viajando para esses circuitos durante seu tempo na categoria.
Isso significa uma curva de aprendizado potencialmente mais íngreme do que a experimentada nos circuitos europeus nos últimos meses, em que ambos os pilotos já correram nas categorias de base.
Mazepin afirmou: “Bem, novos circuitos obviamente trazem novos desafios e sendo uma das únicas equipes no grid que não tem um simulador, sendo um piloto estreante indo para esses circuitos, será um desafio maior adicionado ao meu trabalho usual.”
“Acho que se estabelecer na F1 é muito mais fácil em pistas que você conhece. Eu testei pela primeira vez em Monza em 2015, então conheço este lugar como a parte de trás do meu jardim.”
“Se você for para o México ou Brasil, a F1 é um esporte muito desafiador e se você adicionar uma nova pista, com novas superfícies de pista etc., será mais difícil”, concluiu.
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