F1: Wolff entra na lista dos mais ricos em lista da Forbes sobre esportes

Uma nova safra de bilionários esportivos surgiu, incluindo o co-proprietário e chefe da Mercedes F1 Team, Toto Wolff.

Wolff se encontra em uma posição única quando se trata dos chefes das dez equipes do grid da Fórmula 1.

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Isso porque, em vez de apenas ser nomeado apenas para supervisionar as operações da equipe, Wolff faz isso ao mesmo tempo em que é proprietário de um terço da Mercedes, ao lado da Daimler e INEOS, controladora da Mercedes-Benz.

E antes da Mercedes, Wolff tinha ações da equipe Williams. Seu tempo com a Mercedes fez com que a equipe se inscrevesse nos livros de história da Fórmula 1, tendo conquistado oito títulos consecutivos de construtores entre 2014-2021, a mais longa sequência já vista na história da categoria. Nesse mesmo período, a Mercedes também conquistou sete títulos de pilotos.

A equipe pode não ter conquistado o título desde 2021, mas o valor da Mercedes F1 simplesmente continua a crescer, porque a Fórmula 1 como um todo talvez seja mais valiosa agora do que nunca foi.

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O ‘Drive to Survive’, série da Netflix sobre a F1, ajudou muito a dar o pontapé inicial na explosão de popularidade da categoria, com arquibancadas lotadas e intensa disputa de diversos países e circuitos por um lugar no calendário da F1.

Também o teto de orçamento da Fórmula 1, serviu para garantir que a categoria tenha dez equipes financeiramente estáveis.

Tudo isso junto, claramente está valendo a pena para Wolff, porque, conforme relatado pela Forbes, ele é uma das dezenas de estrelas do esporte que se juntaram à lista de bilionários em 2023.

Avaliando o patrimônio líquido de Wolff em US$ 1 bilhão, a Forbes afirma que a influência da Netflix ajudou a transformar Wolff, ‘em uma celebridade bilionária com o efeito de sua série documental Drive to Survive, sobre o valor das equipes de Fórmula 1’.

Então talvez não seja surpresa, que Wolff tenha sido um dos atuais chefes de equipe, cauteloso com as considerações da FIA para expandir o grid da F1 no futuro, com a oferta da Andretti-Cadillac, sendo a mais clara em suas intenções de entrar na categoria, com Wolff tendo uma recepção bastante fria sobre o assunto.

As regras atuais ditam que qualquer nova equipe precisaria pagar uma taxa ‘antidiluição’ de US$ 200 milhões para entrar na F1, taxa essa que seria dividida entre as equipes existentes, como compensação por haver mais ‘um pedaço de bolo’ para ser dividido quando se trata da distribuição de receita da categoria.

No entanto, com o valor da Fórmula 1 e de suas equipes continuando a subir, até mesmo esse valor de US$ 200 milhões foi questionado em relação à sua suficiência, com as equipes querendo que o valor passe a ser de US$ 500 milhões.