A Williams teve um domingo difícil na Fórmula 1 em Singapura, com Carlos Sainz terminando em 14º e Alex Albon abandonando a corrida após enfrentar problemas mecânicos. Apesar da boa largada do espanhol e de momentos competitivos do tailandês-britânico, a equipe não conseguiu manter o ritmo necessário para disputar pontos.
Sainz chegou à décima posição logo após a largada, mas problemas na bateria nas primeiras voltas comprometeram seu resultado. Albon, por sua vez, precisou administrar dificuldades com os freios e o combustível durante boa parte da prova, até a equipe decidir retirar o carro para evitar danos maiores.
O chefe da Williams, James Vowles, reconheceu que o desempenho ficou abaixo das expectativas: “Não foi o ritmo de carro que esperávamos”, afirmou, destacando que, mesmo com a boa largada de Sainz, a equipe perdeu terreno em relação à Haas e a outros adversários. Sem a entrada do safety car, também não houve oportunidade de apostar em uma estratégia alternativa para tentar melhorar o resultado.

Albon abandonou, após passar mais de 50 voltas lidando com os problemas. Segundo ele, o carro tinha ritmo para brigar com Racing Bulls e Aston Martin, mas os freios superaqueciam sempre que ele se aproximava dos concorrentes, obrigando-o a diminuir o ritmo: “No fim, abandonamos mais cedo para preservar o carro”, explicou.
O tailandês-britânico também elogiou o comportamento dos pneus, que apresentaram pouca degradação, e afirmou estar fisicamente bem apesar das condições exigentes da corrida. Ele atribuiu parte desse resultado ao desenvolvimento do colete de refrigeração utilizado pela equipe.
Sainz avaliou que conseguiu extrair bastante do carro desde a introdução do novo pacote em Baku, mas admitiu que a Williams já esperava dificuldades para pontuar regularmente. Vowles afirmou que algumas pistas do calendário podem favorecer mais o equipamento e destacou a necessidade de analisar se ainda é possível obter mais desempenho do conjunto atual.
