F1: Williams admite falta de ritmo após corrida caótica na Malásia

Para a Williams, o GP do Bahrein de Fórmula 1 na Malásia, terminou com um resultado decepcionante, apesar de ter começado a corrida em boa posição. Carlos Sainz chegou a avançar para sexto, mas terminou apenas em 17º, enquanto Alex Albon abandonou após enfrentar problemas no carro.

A equipe teve uma estratégia competitiva no início, acertando ao escolher os pneus intermediários em meio às condições instáveis. James Vowles, chefe da Williams, explicou que a decisão permitiu abrir vantagem sobre os carros que vinham atrás, mas o Safety Car acabou neutralizando esse ganho.

Faça o F1Mania.net sua fonte preferida de notícias no Google e também no Google Discover.

“Foi uma decisão difícil escolher entre os intermediários e os pneus de pista seca, então parabéns à equipe por realmente apostar nos intermediários. Foi uma boa decisão e estávamos fortes, abrindo uma vantagem de uma parada para os carros atrás”, afirmou Vowles. Segundo ele, a situação mudou rapidamente após a entrada do Safety Car, e a Williams também não teve ritmo suficiente para recuperar o desempenho necessário.

Sainz lamentou especialmente o impacto da primeira relargada. O espanhol afirmou que a equipe executou bem o início da prova e conseguiu subir até a sexta posição, mas foi atingido após a relargada e caiu rapidamente no pelotão: “É uma pena, porque tivemos uma chance de segurar um bom resultado”, disse ele.

Alexander Albon (THA) Williams F1 Team FW48.
Foto: XPB Images

Albon também considerou correta a escolha dos intermediários, mas perdeu rendimento conforme a pista secou. O piloto ainda citou uma parada dupla, um desgaste localizado nos pneus macios e problemas nos freios e no câmbio, que acabaram encerrando sua corrida.

Siga o F1Mania.net e receba as últimas notícias da Fórmula 1 pelo WhatsApp.

Vowles reconheceu que a Williams atualmente não tem o desempenho necessário para disputar pontos com regularidade e afirmou que o foco de desenvolvimento já está direcionado ao próximo ciclo: “Voltaremos mais fortes em Singapura, mas nosso foco está totalmente em acertar isso para 2027”, encerrou o chefe da Williams.