O holandês Max Verstappen dominou a temporada 2022 da F1, e conquistou seu segundo título no Japão, e agora falou sobre quando sentiu que o título poderia ser realmente dele.
Apesar de vencer em Suzuka, Verstappen inicialmente acreditava que não tinha pontos suficientes para conquistar o bicampeonato, com Charles Leclerc da Ferrari em segundo e o companheiro de equipe, Sergio Perez em terceiro.
No entanto, uma penalidade de cinco segundos por cortar a chicane final na última volta, deixou Leclerc em P3, e mais dúvidas surgiram, pois não estava claro se seria concedida a pontuação completa ou apenas parcial, mas a FIA confirmou que seria o total de pontos, sendo então 25 para o vencedor, 18 para o segundo e 15 para o terceiro.
Dessa forma, o holandês garantiu o título de 2022 de forma antecipada, faltando ainda quatro corridas para o final da temporada.
Em sua entrevista pós-corrida, Verstappen revelou quando exatamente ele acreditou que o título era possível. “Quero dizer, houve alguns momentos em que pensei: ‘Sabe, temos uma boa chance de vencer’,” disse ele.
“Mas acho que o momento em que pensei que venceríamos foi depois do GP da França em Paul Ricard, onde a vantagem na liderança aumentou um pouco. Tínhamos um carro bastante competitivo, eu sabia que ia ser muito próximo nas corridas seguintes”, disse ele.
No GP da França, Verstappen venceu depois que o principal rival na disputa do título, Charles Leclerc, bateu após um erro primário.
Verstappen conquistou o título com 18 corridas realizadas, apesar de abandonar em duas das três primeiras, uma situação que ele admitiu que o deixou chateado.
“Na época, eu estava realmente chateado com a situação”, disse ele. “Mas olhando como toda a temporada foi em termos de proximidade dos carros, é muito surpreendente ter tanta vantagem quando você olha o que aconteceu durante as corridas.”
“Estou, é claro, de certa forma satisfeito por ter sido assim, mas por outro lado você gosta de ter uma disputa acirrada. Espero que possamos ter isso no próximo ano também”, finalizou o novo bicampeão de Fórmula 1.
