F1: Verstappen classifica desempenho da Red Bull como mediano nos EUA

Max Verstappen avaliou como mediano o desempenho da Red Bull Racing no GP dos Estados Unidos de Fórmula 1, após terminar a corrida na terceira posição, 13 segundos atrás do vencedor, Kimi Antonelli da Mercedes. Depois de triunfar nas duas etapas anteriores, na Malásia e em Singapura, o holandês não conseguiu disputar a vitória em Austin e viu Antonelli conquistar seu nono triunfo na temporada.

O resultado interrompeu a sequência de vitórias de Verstappen, mas ampliou para seis corridas consecutivas sua presença no pódio. Segundo o piloto holandês, o equilíbrio do carro não foi suficiente para colocar a Red Bull entre as referências de velocidade nos diferentes tipos de curva no Circuito das Américas.

Faça o F1Mania.net sua fonte preferida de notícias no Google e também no Google Discover.

“Porque acho que temos um carro equilibrado. Não somos os mais rápidos nas curvas de alta velocidade, nem nas de baixa velocidade. E acho que, aqui (COTA), você precisa ser muito rápido nas curvas de alta ou ser o mais rápido nas de baixa”, explicou Verstappen ao ser questionado sobre a diferença em relação às etapas anteriores.

O tetracampeão apontou que a falta de destaque em qualquer uma dessas características, deixou a equipe em uma posição intermediária durante a prova: “Quando você não é nenhuma dessas coisas, fica apenas um pouco na média, e acho que fomos apenas um pouco medianos na corrida”, disse ele.

Max Verstappen (NLD) Red Bull Racing in Sprint qualifying parc ferme.
Foto: XPB Images

Verstappen também identificou a estratégia de pneus como um aspecto que poderia ter alterado seu resultado. Na avaliação do tetracampeão, uma escolha diferente talvez permitisse terminar em segundo lugar, embora tenha reconhecido que essa conclusão é mais fácil de fazer depois da corrida.

Siga o F1Mania.net e receba as últimas notícias da Fórmula 1 pelo WhatsApp.

“Claro, se tivéssemos escolhido pneus diferentes, provavelmente poderíamos ter terminado em segundo, mas é sempre fácil dizer isso depois”, acrescentou.

Além da estratégia, o holandês destacou problemas de consistência na unidade de potência, que, segundo ele, custam tempo de volta à equipe. Essa dificuldade limita a possibilidade de executar tudo no máximo, mesmo quando o carro apresenta um equilíbrio adequado: “Há muitas coisas que ainda precisamos analisar e melhorar”, completou.