F1: Red Bull responde a questionamentos sobre troca de motor de Verstappen no Brasil

Após o questionamento de Andrea Stella, chefe da McLaren, sobre a legalidade na troca de motor de Max Verstappen no GP de São Paulo, a Red Bull resolveu se pronunciar. Stella sugeriu que o novo motor do RB21, que ajudou Verstappen a sair de último para terceiro na prova em Interlagos, poderia não estar contemplado dentro do teto orçamentário. 

Durante o fim de semana do GP de Las Vegas, Paul Monaghan, engenheiro-chefe da equipe austríaca, comentou o episódio. “Não me surpreende que alguém tenha que, de certa forma, jogar uma granada na situação”, declarou. “Tudo bem. Se a situação fosse inversa, nós poderíamos fazer o mesmo.”
Ele reforçou que a prática é comum: “O que fizemos é defensável, é legítimo e, se você voltar no tempo, mesmo com esta geração de carros, digamos de 2022 até este ano, as pessoas fizeram trocas de motor. Não há nada de incomum nisso.”

Max Verstappen (NLD) Red Bull Racing celebrates his third position on the podium.
Foto: XPB Images

O britânico também descartou qualquer tentativa de explorar brechas no regulamento do teto orçamentário: “Não acho que seja uma área cinzenta. Pelo que me diz respeito, nós justificamos para nós mesmos o que íamos fazer. Se formos questionados sobre isso, tudo bem, vamos justificar.”

Ao ser perguntado diretamente se a equipe tinha certeza de que a peça estava enquadrada nas normas financeiras, Monaghan evitou cravar:
“Não vou responder a essa pergunta porque não sou um especialista em regulamentação financeira. Sei mais ou menos o que precisamos fazer e o que está dentro e o que está fora. Acredito que podemos defender nossas ações e que não haverá uma penalidade contra nós no final do ano por causa disso. Posso errar e então parecer ainda mais idiota do que o normal. Então vou deixar por isso mesmo, se me permitem”, finalizou.



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