F1: México, Singapura e Japão podem ter futuro indefinido com chegada de Ruanda

A chegada de Ruanda à Fórmula 1, anunciada nesta terça-feira (13) pode abrir espaço para mudanças no calendário da categoria nos próximos anos. Como a F1 vem trabalhando com um limite de 24 corridas por temporada, a entrada de um novo destino pode significar a saída de alguma etapa que já faz parte do campeonato.

A estreia em Ruanda está prevista para o início da década de 2030, mas ainda não tem data definida. O circuito deve ficar pronto em 2030, embora a primeira corrida possa acontecer apenas em 2031.

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Se a categoria mantiver o calendário atual, alguns GPs terão seus contratos encerrados justamente nesse período. Em 2028, vencem os acordos de Cidade do México, Portugal e Singapura. Já o contrato do GP do Japão, disputado em Suzuka, termina em 2029.

Max Verstappen (NLD) Red Bull Racing RB22 leads at the start of the race.
Foto: XPB Images

A situação pode ficar ainda mais delicada caso Ruanda entre no calendário em 2030 ou 2031. Abu Dhabi, Azerbaijão, China, São Paulo e Arábia Saudita têm contratos com vencimento previsto para 2030 e também podem precisar negociar a permanência na F1.

Outras etapas contam com acordos mais longos. Bélgica e Barcelona, por exemplo, dividem uma vaga no calendário e têm contratos até 2031 e 2032, respectivamente. Hungria e Catar também têm vínculo até 2032.

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Entre os circuitos com maior tempo de contrato pela frente estão Silverstone e as etapas dos Estados Unidos, com acordos até 2034. Austrália, Canadá, Mônaco e Espanha têm garantias até 2035, enquanto o Bahrein está confirmado até 2036. Las Vegas, por sua vez, tem contrato até 2037.

Ruanda também deve chegar com um acordo de longo prazo, previsto para terminar em 2040 ou 2041. Áustria e Miami têm contratos até 2041.

Ainda não há confirmação de quais etapas poderiam sair. A decisão dependerá da data de estreia de Ruanda, das negociações com os circuitos e de uma eventual mudança no limite de corridas por temporada.