Mais trabalho está sendo feito no Circuito das Américas (COTA) para diminuir as ondulações da pista, que têm sido um problema persistente no local, palco do próximo GP da Fórmula 1.
Vários pilotos da MotoGP reclamaram das ondulações no asfalto da pista durante sua recente etapa no local, especialmente na reta entre as curvas 11 e 12. O diretor de corridas da Fórmula 1, Michael Masi, descreveu o trabalho que está sendo feito na pista antes do GP da próxima semana, que será o primeiro desde 2019.
“Estive ao telefone com colegas da FIM durante todo o fim de semana enquanto eles estavam em Austin, para obter uma compreensão real de toda a situação”, disse Masi. “Desde o evento de 2019 da F1, uma grande parte do circuito foi recapeada para tentar resolver alguns dos problemas que tivemos. As áreas que foram apontadas pelas motos e a FIM, são áreas diferentes daquelas que foram recapeadas.
“Tony Cotman, que é um dos inspetores de circuito da FIA, foi anteriormente diretor de corridas da Champ Car/IndyCar, está nos EUA, e já esteve em Austin durante a semana. Ele fez um relatório e o circuito está fazendo algumas mudanças para que possamos resolver algumas das preocupações.”
O circuito recebeu pela primeira vez uma etapa da F1 em 2012, mas seu asfalto se tornou cada vez mais ondulado desde 2015. Naquele ano, os dois carros Williams abandonaram a corrida devido a falhas na suspensão que a equipe vinculou às ondulações na curva 11 da pista.
Para 2016 e 2017, os proprietários da pista recapearam o asfalto da pista para torná-la mais lisa, mas os pilotos continuaram a levantar preocupações sobre o problema. A Red Bull substituiu a asa traseira do carro de Max Verstappen no grid antes do início da última corrida da F1 naquele circuito, depois de detectar uma rachadura que eles acreditavam ter sido causada por ondulações na pista. O abandono de Sebastian Vettel da corrida por falha na suspensão, também foi atribuída ao mesmo motivo.
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