F1: Horner lamenta não ter presenciado vitória de motor da Red Bull: “Magoado e lesado”

Christian Horner descreveu que se sentiu ‘lesado e roubado’ ao ser negado da oportunidade de ver o primeiro motor desenvolvido internamente pela equipe funcionando no carro pela primeira vez.

O britânico foi demitido do time como chefe e CEO em julho de 2025, justamente quando a equipe desenvolvia a primeira unidade de potência feita ‘em casa’. A construção foi tocada pela Red Bull Powertrains, onde o ex-dirigente era figura central.

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“Quando comecei na Red Bull, havia menos de 400 pessoas. Quando saí, eram 2.200. Dediquei corpo e alma àquela empresa e convenci pessoas a deixarem outras equipes para vir para a Red Bull. Nunca tive uma grande rotatividade de funcionários, pois havia uma lealdade enorme ao longo de um longo período”, disse ao The Guardian.

Christian Horner (GBR).
Foto: XPB Images

“A divisão de motores, que começou como uma startup, havia sido fundada em 2021, e eu estava prestes a colocá-la na pista quando saí. Senti uma tristeza enorme por não ver aquele motor em um carro.”

“Ninguém poderia tirar as 124 vitórias e os 14 campeonatos, mas senti-me particularmente magoado e lesado por não ter tido a oportunidade de ver aquele motor da Powertrains [fabricado pela Red Bull] vencer”, completou.

O braço Red Bull Powertains foi fundada em 2021 e assumiu a manutenção dos motores Honda até o final de 2025, antes de ser tomada a decisão de que a equipe austríaca fabricaria motores por conta própria a partir de 2026, com a Ford se unindo ao projeto como parceira técnica mais tarde.

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