A final da Copa do Mundo de futebol invadiu o ambiente da Fórmula 1 em Spa-Francorchamps. Poucas horas após o GP da Bélgica, Argentina e Espanha disputarão o título mundial, colocando Franco Colapinto, Carlos Sainz e Fernando Alonso em lados opostos da decisão.
O assunto dominou as conversas no dia de mídia nesta quinta-feira (16). Colapinto chegou ao circuito usando a camisa da Argentina com o nome de Lionel Messi e o número 10 nas costas, celebrando a classificação sobre a Inglaterra nas semifinais e reforçando o clima de expectativa para a partida.
Sainz elogiou o momento vivido pela seleção espanhola, mas reconheceu a força do adversário. Para o piloto espanhol, o time da Espanha apresenta o melhor futebol do torneio, embora a Argentina tenha características capazes de equilibrar a decisão.
“Eu acho que a Espanha está jogando muito bem. Em termos de futebol, estamos praticando o melhor futebol, mas a Argentina tem um ataque poderoso, e é uma Copa do Mundo, então, às vezes, futebol é futebol. Vamos ver, acho que vai ser uma boa disputa”, afirmou o piloto da Williams.
Além da preocupação com o resultado, Sainz revelou que talvez nem consiga assistir à partida completa. O piloto explicou que viajará para Mônaco ao lado de Charles Leclerc e dependerá do cronograma da Ferrari para acompanhar a decisão.

“Espero que o avião tenha Wi-Fi e eu consiga assistir, ou pelo menos ver o segundo tempo ou algo assim. Talvez eu consiga chegar meia hora antes, se der, mas vou voar com o Charles e as reuniões da Ferrari são demoradas, especialmente quando ganham e sobem ao pódio. Eles demoram mais para voltar, então preciso me organizar”, disse ele.
Colapinto, por sua vez, destacou o orgulho que sente pela campanha da Argentina. Embora tenha classificado a final como ‘apenas uma partida de futebol’, o piloto da Alpine afirmou que o desempenho da equipe de seu país reforça o status da Argetina entre as grandes potências do esporte.
“Estou extremamente feliz por ser argentino. Estou muito orgulhoso deles, é claro. Tenho orgulho deles não desistirem”, afirmou. O argentino ainda comparou a campanha atual à histórica conquista de 1986.
“Esse é o tipo de partida que realmente mostra por que a Argentina é uma das maiores seleções da história do futebol. É igual à partida de 1986. É nas partidas importantes que se mostra do que se é feito e por que estamos à frente de seleções como a Inglaterra e outros países desse tipo. Estou muito feliz por ser argentino, e claro, eles fizeram um trabalho incrível e uma Copa do Mundo incrível”, completou.
