Stefano Domenicali afirmou que as negociações para um possível retorno da Fórmula 1 à África estão avançando de maneira positiva. O CEO da categoria também confirmou conversas com outros mercados interessados em receber etapas no futuro.
A África não recebe uma corrida da F1 desde 1993, quando Alain Prost venceu o GP da África do Sul em Kyalami pela Williams. Desde então, o campeonato ampliou sua presença internacional e atualmente disputa 24 etapas em cinco continentes, deixando a África como o único continente habitado fora do calendário há mais de três décadas.
“O que posso dizer é que as negociações estão avançando muito bem na África”, afirmou Domenicali durante uma conversa com a imprensa internacional. O dirigente, porém, não informou qual país ou circuito lidera as tratativas para receber a categoria.
Além do projeto africano, a Fórmula 1 mantém discussões com possíveis anfitriões na América do Sul e no Extremo Oriente. Domenicali também citou Portugal e Turquia entre os locais que poderão aparecer nas próximas edições do calendário. “As coisas estão acontecendo tão rapidamente que, no próximo ano, teremos novamente Portugal e Turquia. Também mantemos outras conversas na América do Sul e no Extremo Oriente”, explicou.

O CEO da F1 revelou ainda que existem diferentes pedidos relacionados aos mercados da China e do Japão. Apesar do interesse por uma expansão em território chinês, a categoria pretende preservar apenas uma etapa no país por enquanto.
“Temos mais solicitações na China e no Japão, mas, neste momento, queremos permanecer com uma corrida na China, porque precisamos consolidar o mercado de maneira mais forte antes de considerar outra opção por lá”, destacou Domenicali.
As declarações mostram que a F1 continua avaliando novas frentes de expansão, embora sem confirmar mudanças imediatas. No caso da África, o dirigente apresentou um cenário otimista para as negociações, mas não estabeleceu prazo para que uma eventual corrida seja incluída oficialmente no calendário.
