O CEO da F1, Stefano Domenicali, confirmou seu objetivo de completar um calendário recorde de 23 GPs neste ano, apesar dos vários cancelamentos e corridas com futuro incerto.
Domenicali está nos estágios iniciais de seu período no controle da F1, depois de assumir o lugar de Chase Carey no início deste ano.
Sob a supervisão de Carey, a F1 conseguiu completar um calendário de 17 corridas no ano passado, apesar do estrangulamento causado pela pandemia de Covid-19.
Nesta temporada, o GP da Austrália foi adiado para novembro, o da China foi adiado, enquanto as corridas do Canadá e de Singapura foram canceladas.
A Austrália permanece em dúvida, assim como uma série de outros eventos no final do ano, como os eventos no Japão, Brasil e México, mas Domenicali está determinado a cumprir um cronograma de 23 corridas.
“Quero manter 23 porque foi o prometido”, disse Domenicali à BBC. “É uma questão de mostrar o compromisso com o que foi discutido.”
“Dito isso, quero ter certeza de que faremos 23 corridas, desde que a situação em que vivemos com a Covid-19, não crie restrições impossíveis nas quais não possamos correr. A situação é complicada, mas você pode ter certeza que não desistirei até o último momento.”
A F1 tem opções para o evento cancelado em Singapura, incluindo China e Turquia, que foi originalmente programada para substituir o Canadá, mas acabou sendo também cancelada, bem como uma segunda corrida nos Estados Unidos.
Domenicali acrescentou: “Seria fácil dizer que estamos prontos para anunciar o substituto de Singapura hoje, mas e se o Japão não puder? E o Japão só saberemos depois das Olimpíadas.”
“Com a Austrália, teremos mais novidades no final deste mês. Por isso estamos preparando combinações diferentes, acreditando que não será fácil, mas que é um belo desafio que temos”, concluiu.
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