Fernando Alonso vê um desafio ‘quase impossível’ para a Aston Martin no novo circuito de Madri. O espanhol acredita que a dificuldade para ultrapassar e o déficit de velocidade nas retas, tornam a sessão de classificação do GP da Espanha de Fórmula 1 ainda mais importante.
Alonso teve uma sexta-feira complicada no Madring, especialmente no TL2, quando um problema na embreagem atrasou sua participação após as largadas de treino realizadas no fim do TL1. Com apenas dezesseis voltas completadas, Alonso ficou fora do ritmo de programação e terminou a sessão em 17º.
O espanhol explicou que a falta de quilometragem no início do TL2 o deixou ‘fora de sincronia’ e um pouco atrás do planejamento da equipe.

Para Alonso, porém, o principal obstáculo está no comportamento do carro nas retas: “Para nós, é quase impossível com o déficit nas retas, então a sessão de classificação será importante”, disse ele, que também destacou que as 22 curvas do Madring devem dificultar as ultrapassagens, embora fatores como muros próximos, entradas do carro de segurança e bandeiras vermelhas possam abrir oportunidades durante a corrida.
O espanhol também apontou dificuldades relacionadas ao gerenciamento dos pneus e à carga da bateria, além de questões ainda existentes com a unidade de potência Honda: “Amanhã, na sessão de classificação, deve ser melhor. Mas será complicado acertar tudo, com a temperatura dos pneus e o estado de carga da bateria no fim da volta”, afirmou Alonso, acrescentando que o comportamento do carro pode ser bastante sensível à maneira de conduzir nas últimas curvas: “Há algumas coisas que estamos descobrindo e que precisamos corrigir, com certeza”, completou.
