Lewis Hamilton e a Mercedes chegaram a um acordo para 2021 recentemente. Após um longo período de incertezas, os rumores finalmente acabaram. Um desses rumores era que Hamilton queria vetar possíveis futuros companheiros de equipe. A Mercedes negou isso, mas de acordo com Bernie Ecclestone, não seria uma exigência estranha.
Isso já aconteceu mais de uma vez na história da Fórmula 1. O desejo de Alain Prost de manter Senna fora da Williams em 1993 talvez seja o melhor exemplo. Ecclestone enfatizou em uma conversa com o f1-insider.com, que outro grande campeão também sempre quis o status de número um em sua equipe.
“Michael (Schumacher) nem precisou de uma cláusula contratual para isso. Ele era claramente número um, com ele a Ferrari queria voltar aos dias de glória. É por isso que Jean Todt sempre perguntou com antecedência quem ele gostaria de ter como companheiro de equipe. Michael aceitou bem Eddie Irvine, Rubens Barrichello e Felipe Massa. Se Michael se opusesse, eles não teriam ido para a Ferrari.”
De acordo com o f1insider, há uma história menos conhecida, de que Schumacher tentou fazer uma mudança para a McLaren-Mercedes em 1999 e apresentou demandas semelhantes. O então chefe da Mercedes, Jürgen Hubbert, não aceitou isso e o negócio fracassou. Se a negativa da Mercedes sobre o assunto na negociação com Hamilton for verdadeira, a equipe alemã é pelo menos consistente em sua visão de que não dá ao piloto principal, poder sobre a escolha dos companheiros de equipe.
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