As equipes da Fórmula 1 ficaram surpresas que a FIA não tenha apoiado um aumento no número de corridas de qualificação (sprint), para a próxima temporada.
Em uma reunião no mês passado, a ‘Comissão da F1’ discutiu um plano para dobrar o número de corridas sprint de três para seis. A FIA não deu seu apoio, pois afirmou que “ainda está avaliando o impacto dessa proposta em suas operações e pessoal na pista”.
O CEO da McLaren, Zak Brown, que está no comando da equipe desde 2016, disse que a diferença de opiniões entre a FIA e a F1 foi inesperada.
“A FIA e a Fórmula 1, pelo menos desde que estou por aqui, sempre estiveram bastante alinhadas nas reuniões”, disse ele. “Então, acho que isso causou um pouco de surpresa por não terem discutido isso com antecedência e alinhado no momento em que chegaram à reunião. Mas acho que no final, isso será resolvido.”
O chefe da equipe Mercedes, Toto Wolff, também espera uma resolução rápida. Ele acredita que o presidente da FIA, Mohammed Ben Sulayem, que assumiu o cargo em dezembro, não é contra o aumento do número de corridas de qualificação, algo que o CEO da F1, Stefano Domenicali, está ansioso para ver acontecer.
“Acho que é preciso examinar minuciosamente as decisões que tomamos”, disse Wolff. “E tenho certeza de que entre Stefano e Mohammed, chegaremos a uma resolução. Para Mohammed, era importante ouvir a opinião dos membros da FIA, e ele não era contra, apenas precisava de mais tempo para essa decisão”, acrescentou.
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