O CEO da Fórmula 1, Stefano Domenicali, afirmou que a categoria não pode considerar o calendário de 23 corridas desta temporada como garantido, em meio à pandemia de Covid-19.
A programação é a mais longa da história da F1, com Ímola e Portugal voltando ao calendário, além de uma nova corrida na Arábia Saudita no final do ano.
O ex-chefe da equipe da Ferrari, Domenicali, está ansioso para começar a temporada no Bahrein, e escrevendo em sua coluna no Formula1.com, o italiano reconheceu que o esporte teria que se mover novamente com a pandemia ao longo do ano.
“A lista de tarefas é bastante longa”, disse Domenicali sobre sua carga de trabalho. “A primeira coisa, claro, é começar esta temporada no Bahrein.”
“Não é novidade, nesta situação, com a Covid-19, precisamos prosseguir de acordo com a evolução da pandemia. É ótimo que, com os protocolos em vigor, seja possível voar ao redor do mundo e fazer as corridas.”
“Devemos ter certeza de que estamos olhando para o futuro”, acrescentou. “Temos um novo carro revolucionário chegando no próximo ano, estamos discutindo a nova etapa da unidade de potência para 2025 e além, e temos metas muito claras.”
“Por outro lado, devemos trabalhar em nossa plataforma ‘We Race As One’. É importante e queremos participar tendo um papel ativo nisso”, acrescentou.
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