Brundle: “Miami foi o fim de semana mais preocupante para Mercedes até agora”

Durante a segunda sessão de treinos livres para o GP de Miami, parecia haver luz no fim do túnel para a Mercedes, mas pelo resto do fim de semana a equipe alemã parecia estar de volta à estaca zero. Segundo Martin Brundle, este foi o fim de semana mais preocupante até agora, mas ele insiste que há muito potencial no W13.

O que Brundle acha tão preocupante é que a equipe não entende por que George Russell foi o mais rápido na sexta-feira, mas depois precisou lutar para acelerar. Ainda assim, ele está convencido de que existe um bom carro em algum lugar do problemático W13. “Está tão bem escondido”, afirma o analista em sua coluna para a Sky Sports.

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Que Russell tenha conseguido voltar á frente de seu companheiro de equipe após seu decepcionante resultado na qualificação, Brundle não quer atribuir isso apenas à sorte. “Você faz sua própria sorte às vezes”, ele continua. Martin ressalta que não apenas o piloto optou por esperar um safety car, mas também teve que se certificar de manter seus pneus sob controle por um longo tempo.

No final, a escolha de George funcionou bem para ele, mas menos para o companheiro de equipe, Lewis Hamilton. “Do seu lado da garagem havia indecisão, não a habitual estratégia com a qual nos acostumamos nos últimos anos”, explicou o ex-piloto de F1.

Ele argumenta que Hamilton está passando por um momento difícil, com um “ansioso” Russell como companheiro de equipe, que Brundle acredita que pode lidar melhor com a situação. No entanto, ele acha que assim que os problemas forem resolvidos, a Mercedes terá o pacote mais forte do pelotão.

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“Se o carro fosse compatível com a Ferrari e a Red Bull, você poderia argumentar razoavelmente que a Mercedes tem a melhor combinação de pilotos no grid”, concluiu Brundle.