O chefe da equipe Aston Martin, Mike Krack, negou os boatos de que Sebastian Vettel foi forçado a voltar ao seu design tradicional de capacete para o GP do Canadá.
Vettel continuou sua campanha ambiental em Montreal, vestindo uma camiseta que conscientizava sobre o ‘crime no Canadá’ da mineração de petróleo das areias betuminosas de Alberta.
O capacete de Vettel nos treinos livres e na qualificação refletiu essa campanha, mas após críticas da ministra da Energia do país, Sonya Savage, Vettel voltou ao seu design branco habitual com a faixa inspirada na bandeira alemã.
Não é a primeira vez este ano que Vettel chega no paddock da F1 com roupas carregadas de slogans e um design especial de capacete, por conta de seu ativismo.
O ex-piloto da Red Bull e da Ferrari, também costuma entrar nos circuitos todos os finais de semana, de bicicleta e não de carro, e também participou do Question Time na BBC, para discutir questões sociais, econômicas e ambientais.
Sugestões na mídia alemã foram feitas de que a Aston Martin forçou Vettel a trocar de capacete devido a laços com a patrocinadora Aramco, a principal empresa de petróleo da Arábia Saudita.
Questionado se a equipe impediu Vettel de correr com o capacete ‘de protesto’, Krack respondeu: “Não, ele queria criar consciência com a camiseta e o capacete.”
“A certa altura ele decidiu que a consciência estava criada, digamos, e foi isso. Ele não pode usar a mesma camiseta todos os dias!” Sobre se é uma decisão de Vettel fazer essas manifestações, Krack acrescentou: “Ele nos informa. Ele nos informa normalmente antes, o que está fazendo e então concordamos com isso. Ele é livre para decidir”, acrescentou.
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