É o “pesadelo” da Mercedes e promete agravar-se a partir do GP da Bélgica. A prova, que acontecerá em 23 de agosto, marcará a redução das ajudas aos pilotos nas largadas. E Lewis Hamilton já demonstrou a sua preocupação.
As novas regras deixam para os pilotos praticamente toda a responsabilidade na reação ao momento em que os semáforos se apagam. Em causa o acerto do “ponto de embreagem”.
Até aqui essa definição podia ser alterada a partir dos boxes. Agora o acerto não pode ser alterado a partir do momento em que o carro deixa os boxes.
O objetivo é óbvio: entregar aos pilotos a responsabilidade de fazer os arranques e aumentar a imprevisibilidade nas largadas de Fórmula 1.
“Espero largadas mais imprevisíveis, o desafio será seguramente maior e mais difícil. Mas as corridas são assim”, afirmou o inglês, alertando para a questão da segurança.
“As largadas podem não mudar ou transformarem-se em desastre. Pode haver mais pilotos escorregando de um lado para o outro”, teme o inglês.
A preocupação de Hamilton é compreensível, especialmente depois do que aconteceu em Silverstone e Hungaroring. Em ambos os casos, as Mercedes falharam nos arranques e foram ultrapassados.
E, se em Silverstone ainda conseguiram recuperar; em Hungaroring foram batidos sem dó nem piedade por Sebastian Vettel. O melhor foi o sexto lugar de Lewis Hamilton.