Duas equipes treinam no Paraná para etapa goiana

A preparação para a quarta etapa do Campeonato Brasileiro de Fórmula Truck, confirmada para 9 de junho no Autódromo Internacional Ayrton Senna, em Goiânia (GO), levou duas equipes da categoria a agendar testes em pistas do Paraná. A 72 Sports/Ford Racing Trucks treinou nesta sexta-feira (31) em Londrina, no Autódromo Internacional Ayrton Senna. A Muffatão estará na pista neste sábado (1º), em Cascavel, no Autódromo Zilmar Beux.

A equipe Ford atuou em Londrina com seus dois pilotos. Djalma Fogaça testou avanços nas configurações eletrônicas do caminhão. Ao mesmo tempo, seu novo companheiro de equipe, o mato-grossense Raijan Mascarello, esteve na pista para intensificar sua adaptação ao equipamento – piloto de experiência em competições de gran turismo e também em competições de velocidade na terra, ele fará em Goiânia sua estreia na Fórmula Truck.

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“Nossos caminhões costumam render bem nas corridas em Goiânia, nós vamos para lá apostando em coisa boa”, manifesta Fogaça. “É difícil fazer uma previsão quanto a resultados, há muitos pilotos e equipes fortes, mas estamos no grupo dos oito mais rápidos”, aposta. Para Mascarello, o teste foi produtivo. “Para um primeiro dia, meus tempos de volta foram bons. E numa pista como a de Londrina, que é bem difícil. Vou pegar logo o ritmo da Truck”, acredita.

Muffato, no treino em Cascavel, vai experimentar dois caminhões Scania para escolher, entre eles, qual vai pilotar no GP Crystal. O modelo com que seu filho David Muffato participou dos treinos da etapa de Tarumã, que teve a frente destruída em um acidente na tomada de tempos classificatório, foi remodelado pela equipe Muffatão e passou a ter dianteira estendida. O piloto acredita que a opção deva ser pelo caminhão reconstruído desde março.

“Acabamos reformulando o projeto do caminhão, que agora é ‘bicudo’. É um tipo de caminhão que proporciona uma distribuição de peso mais regular e que oferece uma posição de dirigir mais confortável. O piloto fica entre os dois eixos. No modelo cara-chata, o piloto fica um pouco à frente do eixo dianteiro”, compara. “Vou testar os dois caminhões e, a partir do rendimento de cada um, estará feita a escolha do equipamento para Goiânia”, antecipa.

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Por Grelak Comunicação