Mir resume início ruim com Honda: “quando ponho meu estilo natural, caio”

O início de trabalho de Joan Mir na Repsol Honda tem sido bastante complicado. Até o momento, o piloto espanhol tem apenas cinco pontos no campeonato, menos que, por exemplo, o alemão Jonas Folger – substituto de Pol Espargaró na Tach3 GasGas – e mesmo número dos substitutos de Enea Bastianini na Ducati, Danilo Petrucci e Michele Pirro.

Campeão em 2020, Mir disse que o GP da França foi mais uma vez uma prova na qual sofreu com a falta de desempenho em sua Honda.

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“Consegui fazer algumas boas voltas, mas me falta consistência para aguentar. Neste momento tudo me vem de uma forma muito pouco natural, tenho de forçar muito e quando volto ao meu estilo natural de pilotagem, vou para o chão. O que aconteceu em Le Mans, uma queda inesperada perdendo a dianteira, foi como todas as deste ano em corrida”.

“Claro que não saí feliz de Le Mans, mas consegui levar coisas positivas, aquelas últimas voltas antes da queda, e também a largada – que foi muito boa, de 18º para 11º.”

Entre Le Mans e a próxima prova, o GP da Itália, Mir quer recarregar as energias.

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“Quando as coisas estão indo bem para você, você sai de férias muito mais tranquilo, é assim. Você sempre pensa na situação, no final das contas o que acontece nas corridas me afeta muito, mas acho que agora o mais inteligente e importante é ter calma, treinar bem e voltar forte para as próximas três corridas, tirar as coisas positivas.”

“É importante que a equipe, nessa pausa, entenda por que de um dia para o outro estou indo um segundo mais rápido, que veja o que preciso.”