Wolff nega problemas entre as equipes de F1 e a FIA

O chefe de da Mercedes, Toto Wolff, negou a existência de um relacionamento conturbado entre as equipes de F1 e a FIA. Ele também insistiu que a ex-assessora especial Shaila-Ann Rao defende integridade e transparência em meio à preocupação contínua com sua imparcialidade desde que assumiu o cargo na Federação Internacional.

Neste início de temporada, várias polêmicas aconteceram em diferentes situações. A primeira ocorreu no GP da Arábia Saudita, quando um ataque terrorista que atingiu um depósito de petróleo perto do circuito de Jeddah.

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Desde então, surgiram reclamações em torno de uma repressão ao uso de joias, a posição de Shaila-Ann Rao na FIA depois que Peter Bauer deixou o cargo de secretário-geral do automobilismo e a introdução de uma diretiva técnica destinada a combater o porpoising, entre outras questões.

As inconsistências na tomada de decisões na pista levaram as questões sobre o uso de dois diretores de corrida em rotação, depois que Niels Wittich e Eduardo Freitas substituíram Michael Masi. Questionado se a FIA enfrenta vários problemas, Wolff deu a sua opinião. “Acho que a FIA está chegando lá e também não devemos esquecer que Mohammed (Ben Sulayem, presidente da FIA) precisa colocar sua equipe no lugar e encontrar seu controle”.

“Acho que minha opinião sobre Shaila-Ann Rao em termos de integridade e transparência, ela é advogada, é isso que ela representa e acho importante. Tivemos muitas controvérsias no passado em que as coisas não eram em aberto que deveria ter sido e ela é uma garantia para isso”, afirmou Wolff.

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A remodelação de pessoal da FIA viu François Sicard assumir funções como diretor esportivo da FIA para corridas de monopostos. Sobre isso, o chefe da Mercedes elogiou a contratação de Sicard. “Todo mundo no paddock sabe que ele esteve do outro lado, ele viu de tudo, ele é um piloto, ele é o gerente de equipe da DAMS há muitos anos e é a pessoa certa nessa posição”.

“Esses caras sabem juntos como tomar decisões sobre o que fazer com os atuais diretores de corrida. Eles podem ser treinados e desenvolvidos, ou que outras soluções existem?”, questiona Wolff.

 

 

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