Wolff fala sobre motivo da troca do motor de Hamilton no GP de São Paulo de F1

Toto Wolff revelou que uma diminuição inexplicável na potência devido à degradação, forçou a Mercedes a outra mudança no motor de combustão interna do carro de Lewis Hamilton.

O chefe da Mercedes acredita, no entanto, que a penalidade de cinco posições no grid de Hamilton no Grande Prêmio de São Paulo, será a última da temporada.

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Esses problemas de confiabilidade da Mercedes, causaram preocupações sobre as perspectivas de Hamilton chegar ao final da temporada com seus atuais componentes na unidade de potência.

Rumores surgiram antes do primeiro treino em Interlagos, sobre se o heptacampeão sofreria esse golpe aqui, com o próprio Hamilton inseguro sobre isso na coletiva de imprensa da FIA.

A mudança no ICE foi confirmada cinco minutos após o início da primeira sessão de treinos livres nesta sexta-feira, com Wolff falando à Sky Sports F1, sobre o raciocínio por trás dessa troca.

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“Sentimos que podemos marcar mais pontos dessa forma”, disse Wolff. “Nós vimos que o motor estava diminuindo a potência, mas ainda não sabemos o porquê disso.”

Questionado sobre quantos motores restavam no pool alocado de Hamilton, Wolff respondeu: “Dois, apenas o novo e o atual. Acho que este é o último que precisamos trocar.”

Sobre se Hamilton terá a oportunidade de lutar pelo pódio em Interlagos, ele continuou: “Bem, esperamos que sim. Na Arábia Saudita também parecia uma boa oportunidade para fazer a troca, mas achamos que, a essa altura, o motor vai perder mais potência, então, em termos de nossas simulações, aqui é o lugar certo para fazer isso.”

O problema com os sistemas da Mercedes tem se concentrado mais na degradação linear do que em grandes falhas, como costumava ser o caso dos fabricantes no início da era turbo-híbrida.

“Sem entrar em detalhes, todo motor está se degradando e vimos que nos últimos anos, além de 1000km, há uma certa quantidade de quilowatts que o motor está degradando”, acrescentou Wolff.

“O nosso está degradando muito mais do que nos últimos anos e isso aumenta de fim de semana para fim de semana. Se mantivermos o motor, com certeza não seremos competitivos na Arábia Saudita ou em Abu Dhabi”, acrescentou.

 

 

 

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