O chefe da equipe Mercedes, Toto Wolff, alertou que um subsídio acordado sobre o limite de custos pela Comissão da F1, não é suficiente para cobrir os recentes aumentos da inflação.
Várias equipes da F1 estão pedindo ajuda em relação ao teto de US$ 140 milhões este ano, já que as taxas de inflação dispararam como resultado da guerra da Rússia na Ucrânia.
No GP da Espanha, o chefe da Red Bull, Christian Horner, chegou a sugerir que várias equipes perderiam as últimas corridas da temporada, se algumas medidas não fossem tomadas.
Embora uma reunião da Comissão da F1 tenha confirmado um aumento, permitindo a indexação a uma taxa limitada de 3,1% (que leva em consideração o limite original de inflação de 3% já estabelecido nos regulamentos), Wolff afirmou que isso pode não ser suficiente.
“Os regulamentos, o que eles dizem é que, se a inflação estiver acima de 3%, você ajustará de acordo com isso”, disse Wolff à Sky Sports F1.
“É um pouco complicado de explicar, mas temos 3% no topo, o que deve cobrir um pouco da inflação, mas não os custos de frete e energia”, disse ele.
A Comissão de F1 também concluiu que uma diretiva técnica anunciada no Canadá e atualizada antes do GP da Inglaterra, entrará em vigor na Bélgica, a primeira corrida após as férias no meio do ano.
Esse adiamento, é para permitir que as equipes façam as atualizações necessárias. Questionado se ele achava que algumas equipes estavam ‘contornando as regras’, Wolff respondeu: “Sim, acho que sim. Estou olhando para nossos concorrentes e provavelmente desejaria que essa diretriz técnica chegasse um pouco mais cedo, mas é o que é, então em Spa não veremos mais isso”, concluiu.
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