Whitmarsh ainda está conhecendo a Aston Martin F1, diz Szafnauer

O chefe da equipe Aston Martin, Otmar Szafnauer, afirmou que o ex-chefe da McLaren, Martin Whitmarsh, ainda está se adaptando à equipe, após sua recente contratação.

Whitmarsh, que passou 25 anos na McLaren de 1989 a 2014, começou na Aston Martin em 01 de outubro como CEO do Grupo da divisão de Tecnologias de Desempenho, que também incorpora a equipe de F1.

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Martin Whitmarsh, encarregado de supervisionar o desenvolvimento, aplicação e levar ao mercado as capacidades técnicas e propriedade intelectual do grupo, fez sua primeira visita ao paddock da F1 desde que deixou a McLaren, no recente GP dos EUA.

Avaliando o desempenho de Whitmarsh depois de pouco mais de um mês no trabalho, Szafnauer disse: “Ele ainda está se adaptando, por assim dizer, e aprendendo quem somos.”

“Somos 600 pessoas agora, e ele passou muito tempo nas últimas semanas apenas conhecendo todos os membros seniores da equipe de liderança, tendo longas reuniões com eles.”

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“Algumas das pessoas que ele já conhecia do seu tempo anterior na Fórmula 1, mas acho que a maioria de nós, ele não tinha realmente uma relação de trabalho, então ele está começando a saber quem somos e ele está lá para nos ajudar estrategicamente”, disse ele.

Como já foi afirmado pela equipe anteriormente, a Aston Martin tem aspirações de ser uma equipe vencedora de campeonato em quatro a cinco anos, com o proprietário Lawrence Stroll investindo muitos recursos, enquanto uma nova fábrica está em construção e há um grande recrutamento em andamento para aumentar o número de funcionários necessários para esse desafio.

Com Whitmarsh agora como parte integrante desse sucesso esperado, Szafnauer acrescentou: “Há muito para fazer, incluindo construir um campus, contratar pessoas, implementar processos que talvez, em uma pequena equipe não seria realmente necessário, mas uma grande equipe vai precisar.”

“Ele veio de uma grande equipe. Quando ele estava na McLaren, era uma das maiores equipes. Eu também, quando estava na Honda, era uma grande equipe, mas há coisas que, sendo uma equipe pequena, não tínhamos e precisamos colocar essas coisas rapidamente no lugar à medida que crescemos, então há muitas pendências.”

“Mas como eu disse, mesmo quando ele veio para a primeira corrida, ele passou uma noite aqui até que todos fossem para casa, conversando com todos os engenheiros, os mecânicos, conhecendo-os. Ele está nesse ‘modo’ de aprender, se é que você me entende”, concluiu.

 

 

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