Vasseur: Este não é um ano de transição para a Renault

Frédéric Vasseur não vê a temporada da Renault em 2016 como um ano de transição. A montadora francesa retorna como equipe de fábrica após ter readquirido a estrutura de Enstone, que nos últimos quatro anos se chamou Lotus. E, como todo começo, há muitas incógnitas a respeito dos resultados iniciais.

“Eu não gosto da palavra transição”, disse o novo diretor de corridas da Renault. “Na França, não teve uma boa reputação no passado. Tivemos muita transição, e esse não é o caminho certo porque será difícil termos bons resultados neste ano, mas temos que manter as pessoas sob pressão”.

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“Você não pode ficar satisfeito com um 17º ou 18º lugar, você tem que manter todos sob pressão: o cara que faz o pit-stop, os mecânicos, a confiabilidade, o chassi… temos que trabalhar, não importa o desempenho”, prosseguiu.

“Em termos de estratégia, é um pouco diferente, porque temos que escolher em um estágio, se estaremos visando mais 2016 ou 2017 devido à mudança de regulamento para o próximo ano, mas o espírito da equipe tem que ser o mesmo”, explicou Vasseur, que ratifica as ambições a longo prazo do CEO da Renault, Carlos Ghosn.

“Eu vou ouvir o chefe e seguir seu roteiro. Nós temos que estar prontos para o pódio na terceira temporada e vencer na quinta. O ranking não é tão importante. Sabemos da situação e só assumimos a companhia no dia 19 de dezembro. Assim, o nosso objetivo não é dizer que estaremos em P9, P7 ou P5, mas o primeiro objetivo é construir uma equipe forte e uma base para as próximas campanhas”, concluiu.

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