Szafnauer teme que F1 adote a ideia de grid invertido

O chefe da equipe Aston Martin, Otmar Szafnauer, acredita que a F1 poderia se tornar a Fórmula 2, se aceitar a ideia de grid invertido.

Este assunto (grid invertido) voltou a circular na F1, depois da corrida de qualificação no sábado em Monza, que não teve nenhuma ação depois da primeira volta e se tornou um ‘desfile’.

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Ainda resta mais um evento com corrida de qualificação nesta temporada, que será realizado no GP de São Paulo, no Brasil, e depois disso, a categoria vai estudar se mantém o formato para o próximo ano, e quais alterações podem ser feitas. Foi nesse sentido que surgiram os rumores sobre o grid invertido.

Seja qual for o resultado, Szafnauer espera que a F1 evite uma corrida com grid invertido, mesmo que seja um evento independente no sábado com base na posição do campeonato, com a qualificação de sexta-feira simplesmente determinando o grid para o GP de domingo.

“Pessoalmente, vou apoiar o que os fãs consideram divertido”, disse Szafnauer. “No entanto, um grid invertido na Fórmula 1 é muito diferente do que esse esporte sempre foi.”

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“Eu pessoalmente não gostaria que esta corrida de qualificação no sábado se transformasse em uma ‘nova’ Fórmula 2. Se é isso que os fãs querem, então estou errado e vamos fazer o que os fãs querem, mas não acho que a Fórmula 1, o ápice do automobilismo, possa começar a receber penalidades de peso, grids invertidos, todo esse tipo de coisa”, disse ele.

Uma série de pesquisas que se seguiram à corrida de qualificação em Monza, foram fortemente a favor de a F1 abandonar o formato que parecia popular após o evento original, no Grande Prêmio da Inglaterra.

Szafnauer sugeriu que havia um certo valor de novidade associado àquela corrida em Silverstone, e que somente depois da terceira prova em São Paulo é que se tirariam conclusões corretas.

“Dissemos que íamos tentar três vezes este ano e a terceira é no Brasil”, acrescentou Szafnauer. “Então eu acho que o certo é ficar no rumo, fazer no Brasil também, depois analisar os três eventos”

“Como alguém disse, o segundo não teve a novidade do primeiro. O terceiro também não terá essa novidade, então vamos olhar para trás, para todos os três, e decidir o que for melhor”, finalizou.

 

 

 

 

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